E é quando me dou conta
Da minha mesquinhez e solidão
Desejos: muitos
Amores: nulos
Penso, e sou complexo
Um ser initeligível
Incompreensível
E irrepreensível
Ufa, me libertei um pouco
Amo esses poemas,
Livres de critérios
E cheios de emoção
Frutos do meu ser e íntimo
Não de necessidades sociales
E doentes
Quero ser inócuo
E não presenciar essa pesadez
Desejos por copular
E uma mente vazia
Serei feliz pensando tanto?
Conhecendo e estudando
Um mundo feio e triste que não serei capaz de mudar?
Lugar este que te suga o oxígênio
E te faz querer viajar para longe no cosmos
Para que?
Por que?
domingo, 28 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Vida media longa ao medo
Medo,
Surge um terrível medo
Não estou preparado para ir
Interessante
A cada dia me resta menos tempo
Pra escutar a vibração do Jacques Brel
E os gritos enérgicos do Jim
Isso me dá medo
Como vou viver sem música???
Como vou viver sem ler???
Haverão bibliotecas e música ao vivo no paraíso???
Ou já seremos tão iluminados e conscientes
Que tudo isso não passará de besteira quando cheguemos
lá
Que angústia!
Só espero que isso não se torne um transtorno de pânico
Porque, na boa, diazepam não vou tomar
Surge um terrível medo
Não estou preparado para ir
Interessante
A cada dia me resta menos tempo
Pra escutar a vibração do Jacques Brel
E os gritos enérgicos do Jim
Isso me dá medo
Como vou viver sem música???
Como vou viver sem ler???
Haverão bibliotecas e música ao vivo no paraíso???
Ou já seremos tão iluminados e conscientes
Que tudo isso não passará de besteira quando cheguemos
lá
Que angústia!
Só espero que isso não se torne um transtorno de pânico
Porque, na boa, diazepam não vou tomar
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Procuram-se
Procuram-se
Almas românticas
Para ler poesia
Embriagar-se de vinho
Indagar sobre a existência
E deixar o espírito voar
Almas românticas
Para ler poesia
Embriagar-se de vinho
Indagar sobre a existência
E deixar o espírito voar
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