terça-feira, 1 de maio de 2012

Maio morto



Insônia, porém cansado
Leio frases, penso...
Me sinto tão só quanto aquele
último gole de cerveja barata deixado no copo em uma noite de embriaguez
Vou pra astrologia
Boas previsões, que se concretizem então
Hoje, não é tanto um escrito, tampouco um poema.
É mais um desabafo, uma recordação pra um futuro
Desse dia, um dia de barafunda mental
É Maio que floresce frio
Ao contrário do meu calor emanado
Desperdiçado
Minha energía também se recicla Lavoisier?!
ME EXPLIQUE COMO!
Ao romantismo não voltarei,
Cansei de ser tuberculoso, já estou vacinado desse mal
Mas a cicatriz é eterna, e me recorda
Dos meus tempos de boêmia e de amor que vivi...

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