Caminhos se armam
diante dos meus olhos
Nunca esperei
tanta tortuosidade
E entendo, assim,
como os rios chegam ao mar
Filete de água,
Que cresce, mas
não sozinho
É quando então,
encontra a alma mater
Se submerge na imensidão do oceano
Meu corpo busca o
sol
No entanto sigo
companheiro de Platão na caverna,
Os riachos se
secam ao meu redor
Porém,
Meu fluxo segue
Meu fluxo segue
Desvio de pedras,
as carrego e sigo
Até o dia em que
se esgotarão meus afluentes
que me liberte,
então das correntes que me mantém
Preso,
Tentando escalar
a montanha com
A gigante pedra nos
meus ombros,
Em vão
Em vão
Sei que me
fatigarei
Mas a culpa é das
correntes
Busco libertação,
Para assim seguir
o longínquo vento
Que sopra das
ilhas Riau
E no encontro de minha Alma Mater
Encontrarei o SOL
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